Ontem passeava pelas ruas sem destino, sem razão...
Passeava sem saber o que buscar;
Sem saber aonde ir;
Sem saber se iria voltar.
Dava voltas em praças escuras, frias e úmidas...
Seguia rumo ao nada;
Nada levava na alma;
Nada perseguia.
Mas raiou o dia...
Vi a luz do amor a clarear minha vida;
Esquentando meu corpo;
Me dando mais alegria.
A Alvorada da paixão, o inicio da minha vida...
Do crepúsculo, tenho lembranças;
Lembranças de que nada tinha;
Lembranças do que não via.
A cada jornada um novo alvorecer...
Quero ter-te em meus dias, pelo tempo em que forem meus;
Quero ter-te como o orvalho refrescante;
Em cada aurora e junto a mim ao anoitecer.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
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